
Política · BA
ANTT marca para dezembro leilão de R$ 14,33 bi nas BR-116 e BR-324 na Bahia
A Rota 2 de Julho leva a leilão 653 km de rodovia entre Salvador e a divisa com Minas Gerais; a antiga ViaBahia fica fora da disputa.
Obras da indústria antes da concorrência.
Governo, leis, incentivos, tributação e programas que mudam o jogo para quem vende para a indústria.
Veja também: novas fábricas no Brasil · obras industriais em andamento

A Rota 2 de Julho leva a leilão 653 km de rodovia entre Salvador e a divisa com Minas Gerais; a antiga ViaBahia fica fora da disputa.

Portaria do Ministério dos Transportes dá à Valec benefício do Reidi para o trecho da FIOL II entre Caetité e Barreiras (BA); obra tem 71% de execução e alerta do TCU por atraso.

Plano registrado no TSE prevê continuidade do Novo PAC, com R$ 600 bilhões programados a partir de 2027, e da Nova Indústria Brasil.

Mailza Assis, Omar Aziz, Celina Leão, Lorenzo Pazolini e Cadu de Lula foram confirmados no 2º turno; Vicentinho Júnior é o único a citar investimento em infraestrutura regional.

A governadora citou R$ 7 a 9 bilhões de necessidade nas estradas; o candidato do PSB propôs que o estado assuma o ramal da ferrovia até Suape. O Radar conferiu os números.

No debate da Globo, o governador defendeu a privatização pela meta de universalização; o candidato do PT disse que a venda saiu abaixo do preço, com um único interessado.

Antes do 2º turno, o candidato do Republicanos aponta falta de rodovia e ferrovia para o porto da Imetame; o governador do MDB cita a fábrica de 200 mil carros por ano da GWM.

O candidato do PSD listou obras de quando governou o Amazonas, de 2010 a 2014; a ponte de 3,6 km foi inaugurada em 24 de outubro de 2011 com R$ 586 milhões do BNDES.

A ponte entre Cruzeiro do Sul e Estrela, paralela à BR-386, teve os primeiros pilares erguidos em outubro de 2026 e passa ao governo eleito em 6 de janeiro de 2027.

A rodovia de 145 km e seis faixas entre a Grande Florianópolis e Joinville passa de R$ 7 bilhões; o lote entre Itajaí e Navegantes teve cautelar do TCE-SC, depois suspensa na Justiça.

O governador eleito quer a Agepar com delegação da ANTT e um observatório digital das obras; o programa tem seis lotes, 3.327 km e 1.783 km de duplicações previstas.

BNDES entra com R$ 102,5 bilhões e a Finep com R$ 37,5 bilhões; com o aporte, a política industrial do governo federal soma R$ 750 bilhões mobilizados desde 2023.

Vilela (MDB) venceu no 1º turno, em 4 de outubro, com 59,17% dos votos válidos e promete concluir 84 rodovias em execução e investir mais de R$ 5 bilhões nos próximos quatro anos.

Presidente toma posse em 5 de janeiro e governadores em 6 de janeiro de 2027. Antes disso, o Congresso vota um Orçamento com R$ 133,8 bilhões em investimentos.

Flávio retoma o Casa Verde e Amarela e aposta em PPPs e concessões de saneamento até 2033; Lula mantém o Minha Casa Minha Vida e a carteira do Novo PAC com 233 km de trilhos e 296 km de BRT.

Plano de Lula aprofunda a Nova Indústria Brasil, que soma R$ 860 bilhões em financiamentos de 2023 a 2026; o de Flávio aposta em corte de custos e desoneração dos investimentos.

Plano de Lula põe a Petrobras no centro e cita carteira de R$ 595 bilhões em energia no Novo PAC; o de Flávio não menciona a estatal e aposta em rede privada de gás, baterias e corte de encargos.

Plano de Flávio propõe revisar a reforma em até seis meses, com IVA perto de 20% e fim do split payment; o de Lula mantém o cronograma. A CBS começa a ser cobrada em 1º de janeiro de 2027.

Plano de Flávio limita crédito subsidiado e prevê R$ 900 bilhões em infraestrutura em quatro anos; o de Lula mantém o arcabouço e o financiamento direcionado da Nova Indústria Brasil. Nenhum cita a TLP.

Seis unidades da federação escolhem governador em 25 de outubro de 2026. O Rio saiu da lista após o TSE anular votos de Garotinho. Polo de Manaus e logística capixaba concentram as propostas industriais.

Carteira anunciada em 15/10 prevê 11 leilões de rodovias federais em 2027, com R$ 54,9 bi em obras e R$ 47,8 bi em operação e manutenção, segundo o ministério.

Carteira apresentada em 8 de outubro reúne leilões portuários, autorizações privadas, obras aeroportuárias e hidroviárias entre 2027 e 2030, segundo o ministério.

Flávio Bolsonaro prevê R$ 900 bilhões em 4 anos via concessões e PPPs; Lula cita R$ 280 bilhões do Novo PAC em 2025. Segundo turno é em 25 de outubro.

Plano do Fundo Estratégico do Paraná prevê R$ 2,7 bilhões já em 2026 e até 50% para infraestrutura, enquanto o ICMS do Paraná Competitivo perde força com a reforma tributária.

Relatório da agência paulista mostra R$ 130 bilhões em projetos já em implantação, puxados por data centers e pelo pré-sal da Bacia de Santos, e R$ 93,5 bilhões atraídos no ano.

Protocolos de 2025 somam 262 projetos em 134 cidades; acumulado desde 2019 chega a R$ 530 bilhões e leilões do 1º trimestre de 2026 garantem mais R$ 19 bilhões.

Térmica Jandaia (R$ 5,5 bilhões), terminal da Transnordestina (R$ 1,3 bilhão) e tanques de granéis líquidos (R$ 610 milhões) estão em obra no complexo do Governo do Ceará.

Lei 14.871 limitou a R$ 1,7 bilhão por ano a renúncia para máquinas compradas até 2025; navios-tanque e barcos de apoio têm R$ 2,4 bilhões de 2027 a 2031.

BNDES responde por R$ 102,5 bilhões e a Finep por R$ 37,5 bilhões do aporte de 2026; chamada Mais Inovação da Finep sobe para R$ 450 milhões em outubro.

Lei do Mover fixa teto anual de créditos financeiros para P&D e produção tecnológica no setor automotivo; Renault investe R$ 5,8 bilhões até 2027 e BNDES financia híbrido.

Emissões caem 25% no ano, segundo a Anbima, e energia elétrica leva 55%; Lei 14.801 estreou em dezembro com R$ 1 bilhão para ferrovia da Eldorado em Mato Grosso do Sul.

Fazenda conduz a concorrência pelos R$ 18,3 bilhões de 2030 a 2034; consulta pública vai até 30 de novembro e o edital está previsto para janeiro de 2027.

Governo estima R$ 260 bilhões até 2037 com a lei; decretos de SAF e captura de carbono saíram em agosto e ANP e Anac têm até 18 de dezembro para editar as normas.

Lei Complementar 214 reduz em 50% o IBS e a CBS sobre imóveis, cria redutor social de R$ 100 mil por unidade nova e prazo de 60 dias para devolver crédito de bens de capital.

Transmissão de R$ 8,9 bilhões em 30 de outubro e aeroportos de R$ 2,06 bilhões em 17 de dezembro lideram o fim de ano; rodovias, ferrovias e portos somam ao menos R$ 204 bilhões adiados.

Portaria do MTE em vigor desde julho dá 1 ano para refazer treinamentos e até 3 anos para adequar escadas fixas, conforme a quantidade.

Na NF-e, usada por indústrias e distribuidores, 78% dos emissores já destacam o novo tributo; ICMS e ISS começam a cair em 2029.

Linhas financiam máquinas, projetos de investimento e capital de giro, com juros de 4,3% a 17,5% ao ano; pedidos diretos vão até 4 de novembro.

O Novo PAC fica com R$ 61,5 bilhões, com destaque para Minha Casa, Minha Vida, transporte urbano e drenagem; texto ainda depende do Congresso.

A EPR compra a concessionária da Arteris e assume o contrato repactuado da BR-116 entre São Paulo e Curitiba, com 383 km, ampliação de capacidade e obras de segurança.

Copom cortou 0,25 ponto em decisão unânime; o IPCA de setembro levou a inflação em 12 meses a 4,58%, acima do teto, e o BC deixou os próximos passos em aberto.